83% das migrações de dados enfrentam problemas de integridade que só aparecem semanas depois em produção. Nossa abordagem é diferente: validação automatizada antes, durante e depois da migração. Zero registros perdidos. Zero corrupção silenciosa. De Oracle, SQL Server ou Access para arquiteturas modernas — com a garantia de que nenhum dado fica para trás.
Migração parece simples na teoria: mover dados de A para B. Na prática, é uma das operações de maior risco em TI. Os problemas raramente estão nos dados óbvios — estão nos casos de borda que ninguém mapeou.
Bancos legados acumulam décadas de inconsistências: campos VARCHAR armazenando datas, NULLs onde deveria haver default, encodings misturados (Latin1, UTF-8, Windows-1252 no mesmo banco). Migração naive corrompe dados silenciosamente — a tabela fica com o mesmo número de linhas, mas o conteúdo está errado.
Foreign keys nem sempre são declaradas no schema. Muitos sistemas legados mantêm integridade referencial via código da aplicação, não via banco. Migrar as tabelas sem mapear esses relacionamentos invisíveis resulta em dados órfãos e referências quebradas que só aparecem em relatórios meses depois.
O negócio não pode parar. Mas migrar um banco de 500GB+ com consistência exige tempo. Sem estratégia de migração incremental, a equipe fica presa entre duas opções ruins: downtime de horas ou inconsistência de dados. Nenhuma é aceitável.
A maioria das equipes planeja o caminho de ida mas não o de volta. Quando algo dá errado na migração (e algo sempre dá), não existe procedimento testado para reverter. O resultado é improvisação sob pressão — a receita perfeita para perda de dados permanente.
Tratamos migração de dados como operação cirúrgica: planejamento exaustivo, execução controlada, verificação contínua e capacidade de reverter a qualquer momento.
Catalogamos cada tabela, campo, tipo de dado, relacionamento explícito e implícito. Identificamos inconsistências de encoding, dados nulos, duplicatas e formatos incompatíveis. Criamos um dicionário de transformação que documenta exatamente o que acontece com cada campo na migração.
Construímos pipelines automatizados que migram em lotes incrementais, validando integridade registro a registro. Checksums, contagens, amostragens estatísticas e verificações de integridade referencial rodam em cada lote. Qualquer divergência interrompe o processo antes de propagar o erro.
Para migrações que exigem zero downtime, implementamos dual-write: o sistema escreve simultaneamente no banco legado e no novo. Isso permite migração gradual com rollback instantâneo. O tráfego de leitura migra progressivamente enquanto ambos os bancos recebem escritas.
Após a migração completa, rodamos suítes de verificação que comparam 100% dos dados entre origem e destino. Relatórios de integridade detalham cada tabela, cada campo, cada registro. Só descomissionamos o banco legado após validação completa e período de observação em produção.
Validação automatizada registro a registro garante integridade total. Cada campo, cada relacionamento, cada encoding é verificado antes e depois. Nosso pipeline interrompe automaticamente ao detectar qualquer divergência — não existe 'perda aceitável'.
Com dual-write e migração incremental, o sistema legado continua operando normalmente durante todo o processo. Sem janela de manutenção de horas, sem emails avisando 'o sistema estará fora do ar'. O negócio continua rodando enquanto os dados migram por baixo.
Em cada etapa da migração, é possível reverter para o estado anterior em minutos. O plano de rollback não é documento teórico — é procedimento testado e automatizado. Se algo inesperado acontece, voltamos ao estado seguro sem perda de dados e sem pânico.
Migramos seus dados para arquiteturas modernas com garantia de zero perda e zero downtime. Cada registro validado, cada relacionamento preservado.